Conector Oracle Database: integração com BigQuery, Redshift, ClickHouse e mais sem pipeline manual

Conector gerenciado para sincronizar tabelas Oracle Database para BigQuery, Redshift, Databricks, ClickHouse, PostgreSQL, Supabase, Azure Synapse e Amazon S3. Sincronização incremental, zero scripts.

Logo do Oracle Database com seta para destinos de data warehouse na nuvem
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Conector Oracle Database: integração com BigQuery, Redshift, ClickHouse e mais sem pipeline manual

O conector do Oracle Database chegou na plataforma Erathos.

O Oracle Database é um dos bancos relacionais mais usados no mundo corporativo, suportando aplicações empresariais críticas, processamento de transações e grandes volumes de dados operacionais. O problema é que esse tipo de dado costuma ficar preso dentro do banco transacional, longe do warehouse onde o time de dados realmente trabalha, exigindo replicação manual, scripts de extração e conhecimento profundo da estrutura interna do Oracle para tirar esse dado de lá com segurança.

Com o conector gerenciado da Erathos, você move os dados do Oracle direto para o seu warehouse de destino, com sincronização incremental, sem escrever ou manter script de replicação.

Como funciona a conexão

A Erathos se conecta ao seu banco Oracle através de três métodos: Open Connection, Static IP ou túnel SSH, dependendo de como o seu banco está exposto na rede.

A conexão exige os seguintes campos:

  • db_host: hostname ou endereço IP do seu banco Oracle

  • db_port: porta do listener (1521 por padrão, 1522 no Oracle Autonomous Database)

  • db_name: o service name do Oracle (a Erathos conecta usando service name, não SID). No Oracle Cloud, geralmente é o nome totalmente qualificado, incluindo o nome da PDB e o domínio DNS da VCN, por exemplo PDB.sub09061234567.myvcn.oraclevcn.com

  • db_user e db_password: as credenciais que a Erathos deve usar

Opcionalmente:

  • db_schema: restringe a extração a um único schema. Se deixado em branco, a Erathos descobre tabelas, views e materialized views em todos os schemas visíveis pelas credenciais fornecidas, exceto os schemas internos do Oracle (SYS, SYSTEM, XDB, CTXSYS, entre outros)

  • db_role: necessário apenas se as credenciais exigirem uma role elevada, como SYSDBA ou SYSOPER. Deixe em branco para conexão padrão, não privilegiada

A Erathos sempre tenta conectar primeiro via TCPS (conexão criptografada) e cai automaticamente para TCP simples caso o banco não tenha TCPS configurado. Nenhum arquivo de wallet precisa ser enviado.

Conectando via Oracle Cloud (OCI)

Os passos para reunir host, porta e service name dependem de o banco ser um Autonomous Database ou um DB System (VM, Bare Metal ou Exadata).

Autonomous Database (ADB-S / ADW / ATP): no console da OCI, acesse Oracle Database → Autonomous Database, selecione a instância, clique em DB Connection e abra a aba Connection Strings. Use qualquer um dos perfis listados (_high ou _medium, por exemplo) para preencher host, porta (1522) e o service_name completo. Em Network, configure uma Access Control List (ACL) permitindo conexão a partir do IP estático da Erathos ou de qualquer IP, e é possível desativar mTLS na mesma tela, já que a Erathos conecta via TLS sem exigir client wallet.

DB Systems (Base Database / VM / Bare Metal / Exadata): acesse DB Systems, selecione o sistema e o banco, copie Host Name/IP e Port (1521 por padrão). Para o service name completo, se não aparecer diretamente, rode SELECT SYS_CONTEXT('USERENV','SERVICE_NAME') FROM DUAL; no banco. Certifique-se de que a security list ou network security group da VCN permite tráfego de entrada na porta do banco, a partir do IP estático da Erathos ou de qualquer IP. Se o DB System só tiver IP privado, use conexão via túnel SSH através de um bastion que a Erathos consiga alcançar.

Usuário e permissões recomendados

A Erathos só precisa de acesso de leitura. Recomendamos criar um usuário dedicado e somente leitura:

sql

CREATE USER erathos_reader IDENTIFIED BY "<senha-forte>";

-- Necessário para estabelecer conexão
GRANT CREATE SESSION TO erathos_reader;

-- Permite que a Erathos leia metadados de tabela/coluna/chave primária
-- das views de dicionário de dados (ALL_OBJECTS, ALL_TAB_COLUMNS,
-- ALL_CONSTRAINTS, ALL_CONS_COLUMNS)
GRANT SELECT_CATALOG_ROLE TO erathos_reader;

-- Permite que a Erathos leia os dados das tabelas/views
GRANT SELECT ANY TABLE TO

Se preferir restringir o acesso a schemas ou tabelas específicas em vez de conceder SELECT ANY TABLE, conceda SELECT explicitamente em cada objeto que deseja sincronizar, e preencha o campo db_schema para que a Erathos investigue só aquele schema:


sql

GRANT SELECT ON schema_name.table_name TO

Sem SELECT_CATALOG_ROLE (ou grants equivalentes nas views ALL_*), a Erathos não consegue descobrir tabelas, colunas ou chaves primárias, mesmo que SELECT já tenha sido concedido nas tabelas em si.

O que você pode fazer com o Oracle Database como fonte de dados

Centralizar as informações. Consolide os dados do Oracle com outras fontes de dados da empresa em um único warehouse.

Modelar os dados. Construa modelos de dados para análises avançadas e preditivas em cima do dado transacional já centralizado.

Otimizar a estratégia de negócio. Entenda como os processos suportados pelo Oracle estão performando, sem depender de relatório manual extraído direto do banco.

Monitorar desempenho. Acompanhe a evolução de métricas e indicadores-chave a partir do dado histórico centralizado no warehouse, não só do snapshot atual do banco transacional.

Integrar dados. Combine informações do Oracle com CRM, produto e outras fontes para obter insight mais preciso do que o banco transacional consegue entregar isolado.

Os destinos suportados são BigQuery, Redshift, Databricks, ClickHouse, PostgreSQL, Supabase, Azure Synapse e Amazon S3.

Perguntas frequentes sobre o conector Oracle Database

A Erathos precisa de acesso de administrador ao banco Oracle? Não. É recomendado criar um usuário dedicado, somente leitura, com CREATE SESSION, SELECT_CATALOG_ROLE e SELECT ANY TABLE (ou SELECT restrito a schemas específicos). Acesso de SYSDBA só é necessário em cenários específicos, configurado via o campo opcional db_role.

Preciso enviar um arquivo de wallet para conectar? Não. A Erathos conecta via TCPS (criptografado) por padrão, com fallback automático para TCP simples, sem exigir upload de client wallet.

O conector funciona com Oracle Autonomous Database na OCI? Sim, tanto Autonomous Database (ADB-S, ADW, ATP) quanto DB Systems tradicionais (VM, Bare Metal, Exadata) são suportados, com processo de configuração específico para cada um.

Como conectar se o banco Oracle só tem IP privado? Através de túnel SSH, usando um host bastion que a Erathos consiga alcançar, configurado com os campos ssh_host, ssh_user, ssh_password (ou chave SSH privada) e ssh_port.

Para quais destinos o conector Oracle Database sincroniza dados? BigQuery, Redshift, Databricks, ClickHouse, PostgreSQL, Supabase, Azure Synapse e Amazon S3.

Comece agora

Crie sua conta na Erathos e conecte seu banco Oracle ao seu warehouse em minutos. A documentação completa está em docs.erathos.com/connectors/databases/oracle.

Conector Oracle Database: integração com BigQuery, Redshift, ClickHouse e mais sem pipeline manual

O conector do Oracle Database chegou na plataforma Erathos.

O Oracle Database é um dos bancos relacionais mais usados no mundo corporativo, suportando aplicações empresariais críticas, processamento de transações e grandes volumes de dados operacionais. O problema é que esse tipo de dado costuma ficar preso dentro do banco transacional, longe do warehouse onde o time de dados realmente trabalha, exigindo replicação manual, scripts de extração e conhecimento profundo da estrutura interna do Oracle para tirar esse dado de lá com segurança.

Com o conector gerenciado da Erathos, você move os dados do Oracle direto para o seu warehouse de destino, com sincronização incremental, sem escrever ou manter script de replicação.

Como funciona a conexão

A Erathos se conecta ao seu banco Oracle através de três métodos: Open Connection, Static IP ou túnel SSH, dependendo de como o seu banco está exposto na rede.

A conexão exige os seguintes campos:

  • db_host: hostname ou endereço IP do seu banco Oracle

  • db_port: porta do listener (1521 por padrão, 1522 no Oracle Autonomous Database)

  • db_name: o service name do Oracle (a Erathos conecta usando service name, não SID). No Oracle Cloud, geralmente é o nome totalmente qualificado, incluindo o nome da PDB e o domínio DNS da VCN, por exemplo PDB.sub09061234567.myvcn.oraclevcn.com

  • db_user e db_password: as credenciais que a Erathos deve usar

Opcionalmente:

  • db_schema: restringe a extração a um único schema. Se deixado em branco, a Erathos descobre tabelas, views e materialized views em todos os schemas visíveis pelas credenciais fornecidas, exceto os schemas internos do Oracle (SYS, SYSTEM, XDB, CTXSYS, entre outros)

  • db_role: necessário apenas se as credenciais exigirem uma role elevada, como SYSDBA ou SYSOPER. Deixe em branco para conexão padrão, não privilegiada

A Erathos sempre tenta conectar primeiro via TCPS (conexão criptografada) e cai automaticamente para TCP simples caso o banco não tenha TCPS configurado. Nenhum arquivo de wallet precisa ser enviado.

Conectando via Oracle Cloud (OCI)

Os passos para reunir host, porta e service name dependem de o banco ser um Autonomous Database ou um DB System (VM, Bare Metal ou Exadata).

Autonomous Database (ADB-S / ADW / ATP): no console da OCI, acesse Oracle Database → Autonomous Database, selecione a instância, clique em DB Connection e abra a aba Connection Strings. Use qualquer um dos perfis listados (_high ou _medium, por exemplo) para preencher host, porta (1522) e o service_name completo. Em Network, configure uma Access Control List (ACL) permitindo conexão a partir do IP estático da Erathos ou de qualquer IP, e é possível desativar mTLS na mesma tela, já que a Erathos conecta via TLS sem exigir client wallet.

DB Systems (Base Database / VM / Bare Metal / Exadata): acesse DB Systems, selecione o sistema e o banco, copie Host Name/IP e Port (1521 por padrão). Para o service name completo, se não aparecer diretamente, rode SELECT SYS_CONTEXT('USERENV','SERVICE_NAME') FROM DUAL; no banco. Certifique-se de que a security list ou network security group da VCN permite tráfego de entrada na porta do banco, a partir do IP estático da Erathos ou de qualquer IP. Se o DB System só tiver IP privado, use conexão via túnel SSH através de um bastion que a Erathos consiga alcançar.

Usuário e permissões recomendados

A Erathos só precisa de acesso de leitura. Recomendamos criar um usuário dedicado e somente leitura:

sql

CREATE USER erathos_reader IDENTIFIED BY "<senha-forte>";

-- Necessário para estabelecer conexão
GRANT CREATE SESSION TO erathos_reader;

-- Permite que a Erathos leia metadados de tabela/coluna/chave primária
-- das views de dicionário de dados (ALL_OBJECTS, ALL_TAB_COLUMNS,
-- ALL_CONSTRAINTS, ALL_CONS_COLUMNS)
GRANT SELECT_CATALOG_ROLE TO erathos_reader;

-- Permite que a Erathos leia os dados das tabelas/views
GRANT SELECT ANY TABLE TO

Se preferir restringir o acesso a schemas ou tabelas específicas em vez de conceder SELECT ANY TABLE, conceda SELECT explicitamente em cada objeto que deseja sincronizar, e preencha o campo db_schema para que a Erathos investigue só aquele schema:


sql

GRANT SELECT ON schema_name.table_name TO

Sem SELECT_CATALOG_ROLE (ou grants equivalentes nas views ALL_*), a Erathos não consegue descobrir tabelas, colunas ou chaves primárias, mesmo que SELECT já tenha sido concedido nas tabelas em si.

O que você pode fazer com o Oracle Database como fonte de dados

Centralizar as informações. Consolide os dados do Oracle com outras fontes de dados da empresa em um único warehouse.

Modelar os dados. Construa modelos de dados para análises avançadas e preditivas em cima do dado transacional já centralizado.

Otimizar a estratégia de negócio. Entenda como os processos suportados pelo Oracle estão performando, sem depender de relatório manual extraído direto do banco.

Monitorar desempenho. Acompanhe a evolução de métricas e indicadores-chave a partir do dado histórico centralizado no warehouse, não só do snapshot atual do banco transacional.

Integrar dados. Combine informações do Oracle com CRM, produto e outras fontes para obter insight mais preciso do que o banco transacional consegue entregar isolado.

Os destinos suportados são BigQuery, Redshift, Databricks, ClickHouse, PostgreSQL, Supabase, Azure Synapse e Amazon S3.

Perguntas frequentes sobre o conector Oracle Database

A Erathos precisa de acesso de administrador ao banco Oracle? Não. É recomendado criar um usuário dedicado, somente leitura, com CREATE SESSION, SELECT_CATALOG_ROLE e SELECT ANY TABLE (ou SELECT restrito a schemas específicos). Acesso de SYSDBA só é necessário em cenários específicos, configurado via o campo opcional db_role.

Preciso enviar um arquivo de wallet para conectar? Não. A Erathos conecta via TCPS (criptografado) por padrão, com fallback automático para TCP simples, sem exigir upload de client wallet.

O conector funciona com Oracle Autonomous Database na OCI? Sim, tanto Autonomous Database (ADB-S, ADW, ATP) quanto DB Systems tradicionais (VM, Bare Metal, Exadata) são suportados, com processo de configuração específico para cada um.

Como conectar se o banco Oracle só tem IP privado? Através de túnel SSH, usando um host bastion que a Erathos consiga alcançar, configurado com os campos ssh_host, ssh_user, ssh_password (ou chave SSH privada) e ssh_port.

Para quais destinos o conector Oracle Database sincroniza dados? BigQuery, Redshift, Databricks, ClickHouse, PostgreSQL, Supabase, Azure Synapse e Amazon S3.

Comece agora

Crie sua conta na Erathos e conecte seu banco Oracle ao seu warehouse em minutos. A documentação completa está em docs.erathos.com/connectors/databases/oracle.

Conector Oracle Database: integração com BigQuery, Redshift, ClickHouse e mais sem pipeline manual

O conector do Oracle Database chegou na plataforma Erathos.

O Oracle Database é um dos bancos relacionais mais usados no mundo corporativo, suportando aplicações empresariais críticas, processamento de transações e grandes volumes de dados operacionais. O problema é que esse tipo de dado costuma ficar preso dentro do banco transacional, longe do warehouse onde o time de dados realmente trabalha, exigindo replicação manual, scripts de extração e conhecimento profundo da estrutura interna do Oracle para tirar esse dado de lá com segurança.

Com o conector gerenciado da Erathos, você move os dados do Oracle direto para o seu warehouse de destino, com sincronização incremental, sem escrever ou manter script de replicação.

Como funciona a conexão

A Erathos se conecta ao seu banco Oracle através de três métodos: Open Connection, Static IP ou túnel SSH, dependendo de como o seu banco está exposto na rede.

A conexão exige os seguintes campos:

  • db_host: hostname ou endereço IP do seu banco Oracle

  • db_port: porta do listener (1521 por padrão, 1522 no Oracle Autonomous Database)

  • db_name: o service name do Oracle (a Erathos conecta usando service name, não SID). No Oracle Cloud, geralmente é o nome totalmente qualificado, incluindo o nome da PDB e o domínio DNS da VCN, por exemplo PDB.sub09061234567.myvcn.oraclevcn.com

  • db_user e db_password: as credenciais que a Erathos deve usar

Opcionalmente:

  • db_schema: restringe a extração a um único schema. Se deixado em branco, a Erathos descobre tabelas, views e materialized views em todos os schemas visíveis pelas credenciais fornecidas, exceto os schemas internos do Oracle (SYS, SYSTEM, XDB, CTXSYS, entre outros)

  • db_role: necessário apenas se as credenciais exigirem uma role elevada, como SYSDBA ou SYSOPER. Deixe em branco para conexão padrão, não privilegiada

A Erathos sempre tenta conectar primeiro via TCPS (conexão criptografada) e cai automaticamente para TCP simples caso o banco não tenha TCPS configurado. Nenhum arquivo de wallet precisa ser enviado.

Conectando via Oracle Cloud (OCI)

Os passos para reunir host, porta e service name dependem de o banco ser um Autonomous Database ou um DB System (VM, Bare Metal ou Exadata).

Autonomous Database (ADB-S / ADW / ATP): no console da OCI, acesse Oracle Database → Autonomous Database, selecione a instância, clique em DB Connection e abra a aba Connection Strings. Use qualquer um dos perfis listados (_high ou _medium, por exemplo) para preencher host, porta (1522) e o service_name completo. Em Network, configure uma Access Control List (ACL) permitindo conexão a partir do IP estático da Erathos ou de qualquer IP, e é possível desativar mTLS na mesma tela, já que a Erathos conecta via TLS sem exigir client wallet.

DB Systems (Base Database / VM / Bare Metal / Exadata): acesse DB Systems, selecione o sistema e o banco, copie Host Name/IP e Port (1521 por padrão). Para o service name completo, se não aparecer diretamente, rode SELECT SYS_CONTEXT('USERENV','SERVICE_NAME') FROM DUAL; no banco. Certifique-se de que a security list ou network security group da VCN permite tráfego de entrada na porta do banco, a partir do IP estático da Erathos ou de qualquer IP. Se o DB System só tiver IP privado, use conexão via túnel SSH através de um bastion que a Erathos consiga alcançar.

Usuário e permissões recomendados

A Erathos só precisa de acesso de leitura. Recomendamos criar um usuário dedicado e somente leitura:

sql

CREATE USER erathos_reader IDENTIFIED BY "<senha-forte>";

-- Necessário para estabelecer conexão
GRANT CREATE SESSION TO erathos_reader;

-- Permite que a Erathos leia metadados de tabela/coluna/chave primária
-- das views de dicionário de dados (ALL_OBJECTS, ALL_TAB_COLUMNS,
-- ALL_CONSTRAINTS, ALL_CONS_COLUMNS)
GRANT SELECT_CATALOG_ROLE TO erathos_reader;

-- Permite que a Erathos leia os dados das tabelas/views
GRANT SELECT ANY TABLE TO

Se preferir restringir o acesso a schemas ou tabelas específicas em vez de conceder SELECT ANY TABLE, conceda SELECT explicitamente em cada objeto que deseja sincronizar, e preencha o campo db_schema para que a Erathos investigue só aquele schema:


sql

GRANT SELECT ON schema_name.table_name TO

Sem SELECT_CATALOG_ROLE (ou grants equivalentes nas views ALL_*), a Erathos não consegue descobrir tabelas, colunas ou chaves primárias, mesmo que SELECT já tenha sido concedido nas tabelas em si.

O que você pode fazer com o Oracle Database como fonte de dados

Centralizar as informações. Consolide os dados do Oracle com outras fontes de dados da empresa em um único warehouse.

Modelar os dados. Construa modelos de dados para análises avançadas e preditivas em cima do dado transacional já centralizado.

Otimizar a estratégia de negócio. Entenda como os processos suportados pelo Oracle estão performando, sem depender de relatório manual extraído direto do banco.

Monitorar desempenho. Acompanhe a evolução de métricas e indicadores-chave a partir do dado histórico centralizado no warehouse, não só do snapshot atual do banco transacional.

Integrar dados. Combine informações do Oracle com CRM, produto e outras fontes para obter insight mais preciso do que o banco transacional consegue entregar isolado.

Os destinos suportados são BigQuery, Redshift, Databricks, ClickHouse, PostgreSQL, Supabase, Azure Synapse e Amazon S3.

Perguntas frequentes sobre o conector Oracle Database

A Erathos precisa de acesso de administrador ao banco Oracle? Não. É recomendado criar um usuário dedicado, somente leitura, com CREATE SESSION, SELECT_CATALOG_ROLE e SELECT ANY TABLE (ou SELECT restrito a schemas específicos). Acesso de SYSDBA só é necessário em cenários específicos, configurado via o campo opcional db_role.

Preciso enviar um arquivo de wallet para conectar? Não. A Erathos conecta via TCPS (criptografado) por padrão, com fallback automático para TCP simples, sem exigir upload de client wallet.

O conector funciona com Oracle Autonomous Database na OCI? Sim, tanto Autonomous Database (ADB-S, ADW, ATP) quanto DB Systems tradicionais (VM, Bare Metal, Exadata) são suportados, com processo de configuração específico para cada um.

Como conectar se o banco Oracle só tem IP privado? Através de túnel SSH, usando um host bastion que a Erathos consiga alcançar, configurado com os campos ssh_host, ssh_user, ssh_password (ou chave SSH privada) e ssh_port.

Para quais destinos o conector Oracle Database sincroniza dados? BigQuery, Redshift, Databricks, ClickHouse, PostgreSQL, Supabase, Azure Synapse e Amazon S3.

Comece agora

Crie sua conta na Erathos e conecte seu banco Oracle ao seu warehouse em minutos. A documentação completa está em docs.erathos.com/connectors/databases/oracle.

Conector Oracle Database: integração com BigQuery, Redshift, ClickHouse e mais sem pipeline manual

O conector do Oracle Database chegou na plataforma Erathos.

O Oracle Database é um dos bancos relacionais mais usados no mundo corporativo, suportando aplicações empresariais críticas, processamento de transações e grandes volumes de dados operacionais. O problema é que esse tipo de dado costuma ficar preso dentro do banco transacional, longe do warehouse onde o time de dados realmente trabalha, exigindo replicação manual, scripts de extração e conhecimento profundo da estrutura interna do Oracle para tirar esse dado de lá com segurança.

Com o conector gerenciado da Erathos, você move os dados do Oracle direto para o seu warehouse de destino, com sincronização incremental, sem escrever ou manter script de replicação.

Como funciona a conexão

A Erathos se conecta ao seu banco Oracle através de três métodos: Open Connection, Static IP ou túnel SSH, dependendo de como o seu banco está exposto na rede.

A conexão exige os seguintes campos:

  • db_host: hostname ou endereço IP do seu banco Oracle

  • db_port: porta do listener (1521 por padrão, 1522 no Oracle Autonomous Database)

  • db_name: o service name do Oracle (a Erathos conecta usando service name, não SID). No Oracle Cloud, geralmente é o nome totalmente qualificado, incluindo o nome da PDB e o domínio DNS da VCN, por exemplo PDB.sub09061234567.myvcn.oraclevcn.com

  • db_user e db_password: as credenciais que a Erathos deve usar

Opcionalmente:

  • db_schema: restringe a extração a um único schema. Se deixado em branco, a Erathos descobre tabelas, views e materialized views em todos os schemas visíveis pelas credenciais fornecidas, exceto os schemas internos do Oracle (SYS, SYSTEM, XDB, CTXSYS, entre outros)

  • db_role: necessário apenas se as credenciais exigirem uma role elevada, como SYSDBA ou SYSOPER. Deixe em branco para conexão padrão, não privilegiada

A Erathos sempre tenta conectar primeiro via TCPS (conexão criptografada) e cai automaticamente para TCP simples caso o banco não tenha TCPS configurado. Nenhum arquivo de wallet precisa ser enviado.

Conectando via Oracle Cloud (OCI)

Os passos para reunir host, porta e service name dependem de o banco ser um Autonomous Database ou um DB System (VM, Bare Metal ou Exadata).

Autonomous Database (ADB-S / ADW / ATP): no console da OCI, acesse Oracle Database → Autonomous Database, selecione a instância, clique em DB Connection e abra a aba Connection Strings. Use qualquer um dos perfis listados (_high ou _medium, por exemplo) para preencher host, porta (1522) e o service_name completo. Em Network, configure uma Access Control List (ACL) permitindo conexão a partir do IP estático da Erathos ou de qualquer IP, e é possível desativar mTLS na mesma tela, já que a Erathos conecta via TLS sem exigir client wallet.

DB Systems (Base Database / VM / Bare Metal / Exadata): acesse DB Systems, selecione o sistema e o banco, copie Host Name/IP e Port (1521 por padrão). Para o service name completo, se não aparecer diretamente, rode SELECT SYS_CONTEXT('USERENV','SERVICE_NAME') FROM DUAL; no banco. Certifique-se de que a security list ou network security group da VCN permite tráfego de entrada na porta do banco, a partir do IP estático da Erathos ou de qualquer IP. Se o DB System só tiver IP privado, use conexão via túnel SSH através de um bastion que a Erathos consiga alcançar.

Usuário e permissões recomendados

A Erathos só precisa de acesso de leitura. Recomendamos criar um usuário dedicado e somente leitura:

sql

CREATE USER erathos_reader IDENTIFIED BY "<senha-forte>";

-- Necessário para estabelecer conexão
GRANT CREATE SESSION TO erathos_reader;

-- Permite que a Erathos leia metadados de tabela/coluna/chave primária
-- das views de dicionário de dados (ALL_OBJECTS, ALL_TAB_COLUMNS,
-- ALL_CONSTRAINTS, ALL_CONS_COLUMNS)
GRANT SELECT_CATALOG_ROLE TO erathos_reader;

-- Permite que a Erathos leia os dados das tabelas/views
GRANT SELECT ANY TABLE TO

Se preferir restringir o acesso a schemas ou tabelas específicas em vez de conceder SELECT ANY TABLE, conceda SELECT explicitamente em cada objeto que deseja sincronizar, e preencha o campo db_schema para que a Erathos investigue só aquele schema:


sql

GRANT SELECT ON schema_name.table_name TO

Sem SELECT_CATALOG_ROLE (ou grants equivalentes nas views ALL_*), a Erathos não consegue descobrir tabelas, colunas ou chaves primárias, mesmo que SELECT já tenha sido concedido nas tabelas em si.

O que você pode fazer com o Oracle Database como fonte de dados

Centralizar as informações. Consolide os dados do Oracle com outras fontes de dados da empresa em um único warehouse.

Modelar os dados. Construa modelos de dados para análises avançadas e preditivas em cima do dado transacional já centralizado.

Otimizar a estratégia de negócio. Entenda como os processos suportados pelo Oracle estão performando, sem depender de relatório manual extraído direto do banco.

Monitorar desempenho. Acompanhe a evolução de métricas e indicadores-chave a partir do dado histórico centralizado no warehouse, não só do snapshot atual do banco transacional.

Integrar dados. Combine informações do Oracle com CRM, produto e outras fontes para obter insight mais preciso do que o banco transacional consegue entregar isolado.

Os destinos suportados são BigQuery, Redshift, Databricks, ClickHouse, PostgreSQL, Supabase, Azure Synapse e Amazon S3.

Perguntas frequentes sobre o conector Oracle Database

A Erathos precisa de acesso de administrador ao banco Oracle? Não. É recomendado criar um usuário dedicado, somente leitura, com CREATE SESSION, SELECT_CATALOG_ROLE e SELECT ANY TABLE (ou SELECT restrito a schemas específicos). Acesso de SYSDBA só é necessário em cenários específicos, configurado via o campo opcional db_role.

Preciso enviar um arquivo de wallet para conectar? Não. A Erathos conecta via TCPS (criptografado) por padrão, com fallback automático para TCP simples, sem exigir upload de client wallet.

O conector funciona com Oracle Autonomous Database na OCI? Sim, tanto Autonomous Database (ADB-S, ADW, ATP) quanto DB Systems tradicionais (VM, Bare Metal, Exadata) são suportados, com processo de configuração específico para cada um.

Como conectar se o banco Oracle só tem IP privado? Através de túnel SSH, usando um host bastion que a Erathos consiga alcançar, configurado com os campos ssh_host, ssh_user, ssh_password (ou chave SSH privada) e ssh_port.

Para quais destinos o conector Oracle Database sincroniza dados? BigQuery, Redshift, Databricks, ClickHouse, PostgreSQL, Supabase, Azure Synapse e Amazon S3.

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